Uma história de amor incondicional chega aos cinemas brasileiros em pleno mês das mães. Indicado em duas categorias do César, o 'Oscar do cinema francês', ERA UMA VEZ, MINHA MÃE será lançado no país no próximo dia 7 de maio, com distribuição da California Filmes. O longa é baseado no livro autobiográfico do advogado francês Roland Perez, que nasceu com uma deficiência que o impedia de andar e relata a dedicação de sua mãe, uma judia de origem marroquina, para garantir seu futuro.
Esther é vivida pela atriz Leïla Bekhti, conhecida por filmes como O Profeta e A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília, que foi indicada por sua performance ao César de melhor atriz. Vários atores interpretam Roland em várias fases de sua vida, com destaque para Jonathan Cohen, de Amanda e Enorme, que o vive em sua idade adulta. O elenco ainda tem no elenco Joséphine Japy, Lionel Dray, Jeanne Balibar e o jovem Milo Machado-Graner, de Anatomia de uma Queda.
Fruto de uma coprodução entre França e Canadá, o longa dirigido por Ken Scott atravessa décadas na vida de mãe e filho, uma história que começa nos arredores de Paris, nos anos 1960. O trabalho meticuloso de reconstituição de época garantiu ao filme uma segunda indicação ao César, na categoria de direção de arte. A cantora Sylvie Vartan, figura recorrente na vida de Roland, faz uma participação especial, interpretando a si mesma.
ERA UMA VEZ, MINHA MÃE estreia no Brasil em 7 de maio.

SINOPSE
Em 1963, Esther dá à luz Roland, que nasce com pé torto e não consegue andar. Contra a opinião de todos, ela lhe promete uma vida normal e maravilhosa — e passa a vida inteira tentando cumprir essa promessa. Ao longo dessa trajetória, Roland realiza seus sonhos com o apoio da mãe e tendo a cantora Sylvie Vartan como presença constante em sua vida. Uma história real sobre um destino extraordinário e o amor incondicional entre mãe e filho.
O DIRETOR
O cineasta canadense Ken Scott construiu sua carreira entre o roteiro e a direção, com destaque para comédias de grande alcance. Como roteirista, assinou títulos como Seducing Doctor Lewis (2003) e Guide de la Petite Vengeance (2006), além de Maurice Richard (2006), dirigido por Charles Binamé.
Estreou na direção com Les Doigts Croches (2009) e alcançou projeção internacional com Starbuck (2011), maior sucesso de bilheteria do Canadá naquele ano. O filme foi vendido para mais de 100 países, premiado em festivais como Santa Barbara, Palm Springs e Alpe d'Huez, e ganhou remakes como o francês Fonzy e o americano Delivery Man, também dirigido por Scott, marcando sua entrada em Hollywood.