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Hélder Viana reúne grandes nomes da MPB em seu novo álbum, “Caxinguelê”
Participações e colaborações incluem Flávio Venturini, Lô Borges, Wagner Tiso, Beto Guedes, Boca Livre, Jane Duboc, Toninho Horta, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, entre outros
Publicado em 30/04/2026 16:01
MÚSICA
Em 11 faixas, o seu segundo álbum faz um mergulho no lirismo que acompanha toda a sua obra. - Foto: Sarah Cambraia

O cantor, compositor e violonista mineiro Hélder Viana reuniu uma seleção de nomes consagrados da música brasileira em seu novo trabalho, o álbum “Caxinguelê”, já disponível nas plataformas digitais. Para conferir a novidade, acesse https://goo.su/S0KAw    

Em 11 faixas, o seu segundo álbum faz um mergulho no lirismo que acompanha toda a sua obra. Poesia e melodia em um misto de emoção por simbolizar um dos momentos mais importantes de sua carreira, ao receber algumas de suas referências.

As participações especiais e colaborações incluem Flávio Venturini, Wagner Tiso, Beto Guedes, Boca Livre, Jane Duboc, Toninho Horta, Lucynha Lima, Grupo Amaranto, Julia Guedes, Bárbara Barcellos, Nivaldo Ornelas, Jamil Joanes e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Destaque também para a homenagem ao cantor e compositor Lô Borges, falecido em novembro de 2025, na faixa “Colibri”, uma das suas últimas gravações.

- O álbum é um sonho construído ao longo dos anos, bem como uma realização por meio das participações de ícones importantes da MPB. E todas as músicas são autorais – conta Viana.

Talento das raízes do Brasil

Oriundo de uma tradicional família de congadeiros, Hélder Viana nasceu no município de Oliveira, interior de Minas Gerais, em 1963. Iniciou a carreira artística em 1978, no festival da canção local, passando depois a residir em Belo Horizonte, para onde foi estudar e tocar em bares, em 1984. Participou do “I Seminário Brasileiro da Música Instrumental”, idealizado por Toninho Horta e realizado em Ouro Preto, em 1986. Nessa época, estudou violão com Amauri Aranha e trabalhou como percussionista em diversas bandas, como a instrumental Nhoc. No teatro, tocou em peças como “Zumbi”, “Os Saltimbancos”, “O Trem das Vertentes” e “Tempestade” (tendo feito a trilha sonora da última). Acompanhou diversos artistas, entre eles, Amelinha, Oswaldinho do Acordeon e Sivuca.

Em 1994, foi o vencedor do “I Festival do Tribunal de Justiça de Minas Gerais” com a composição “Búzios”, interpretada pela cantora Loslena e julgada pelo emblemático letrista Fernando Brant. Em 2001, lançou o primeiro álbum, “Cabrália”, com participações especiais do saxofonista Chico Amaral, do guitarrista Celso Moreira e do percussionista Sidinho Moreira. O show do disco percorreu o Sudeste por quase uma década e foi aclamado pela crítica, ganhando elogios de ninguém menos do que Milton Nascimento. Entre 2011 e 2013, realizou a sua primeira turnê internacional, passando por Portugal, Itália, Espanha, França e Inglaterra, registrada em dois DVDs. Após dois anos de pandemia, ele retornou aos palcos do Rio de Janeiro - onde não se apresentava desde 2019 - com um time de artistas renomados. Desde então, tem promovido diversos lançamentos musicais com artistas como Kiko Continentino, Flávio Venturini, Beto Guedes e Toninho Horta.

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